Hemorragia uterina
Fonte: Clinimater
Publicação: 14/5/2008

A hemorragia uterina é o sangramento uterino excessivo, em períodos da menstruação ou não. Para os médicos, a hemorragia não está apenas relacionada à grande perda de sangue, que pode levar a paciente a um quadro de anemia aguda, mas também a uma menstruação relativamente abundante ou mais duradoura, ou mesmo ao discreto escoamento sangüíneo, por muitos dias ou meses.

A hemorragia uterina corresponde a 21% das queixas em ginecologia e pode ser dividida de duas maneiras: hemorragia uterina disfuncional (HUD) - quando não é encontrado nenhum fator orgânico associado ao sangramento; e hemorragia uterina orgânica - quando é causada por determinada ginecopatia ou doença sistêmica.

Nos casos agudos, a paciente tem sangramento intenso, que pode evoluir para choque hipovolêmico. O sangue é geralmente vermelho vivo, com coágulos. No sangramento crônico, a paciente pode referir perda sangüínea prolongada durante o ciclo menstrual, geralmente de 7 a 10 dias de duração, ou sangramento intenso nos primeiros dias do ciclo, seguido de um sangramento vermelho escuro ou marrom por vários dias. Mais raramente, o sangramento pode ser pequeno, mas contínuo ao longo do mês. Este quadro, quando persiste por vários meses, freqüentemente evolui para anemia.

Diante de uma situação como essa, o mais indicado é a paciente procurar por uma clínica especializada, como a Clinimater, para a realização de uma histeroscopia. Trata-se de um exame diagnóstico utilizado para visualizar o útero internamente, sem a necessidade de anestesia, e que pode ser realizada no próprio consultório. Durante a histeroscopia, o médico introduz-se uma óptica (vídeo-histeroscopia) pela vagina, no canal do útero, permitindo a visualização do canal cervical e as patologias existentes neste local. Após o exame, a paciente poderá retornar às suas atividades cotidianas.

Na Baixada Santista, a Clinimater é especializada em procedimentos minimamente invasivos, como a histeroscopia.


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